22 de junho de 2012

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS EM HOSPITAIS NO III CONGRESSO INTERNACIONAL DE LEITURA E LITERATURA

No III CONGRESSO INTERNACIONAL DE LEITURA E LITERATURA - PUCRS - 8 a 11 DE MAIO, no Simpósio 10: A contação de histórias como performance, foi apresentado o trabalho CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS EM HOSPITAIS pela profª Ms. Denise Dias de Carvalho Sousa (UNEB): 








 Participou também desse Simpósio o contador de histórias Francisco Gregório Filho (PUC - Rio / Cátedra UNESCO de Leitura):






Segue abaixo o resumo da comunicação, a qual será publicada nos Anais do III CILLIJ:



Contação de Histórias em Hospitais


                             Denise Dias de Carvalho Sousa (Doutoranda em Letras – PUC/RS-UNEB )


Resumo: Este trabalho versa sobre o projeto de extensão Contação de Histórias em Hospitais, aplicado na cidade de Jacobina - Ba, pelos discentes do Curso de Letras Vernáculas, Letras com Inglês e Educação Física, do Campus IV, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), sob a coordenação da Profª. Denise Dias de Carvalho Sousa. Além de propiciar o desenvolvimento de atividades literárias e cênicas, em especial conhecimento e/ou aprimoramento das técnicas de contar histórias, formando um grupo de contadores, o supracitado projeto surge como alternativa ao triste ambiente hospitalar em que se encontram os pacientes - sofrimento, solidão e impossibilidade de frequentar lugares de acesso à cultura e à leitura -, fazendo jus à crença de que a universidade deve atuar com fins sociais, em espaços não formais. As abordagens metodológicas privilegiaram a articulação teoria e prática, através de procedimentos interativos que possibilitaram (re) construções pelos participantes durante a aplicação da proposta. O aporte teórico pautou-se nos estudos de Gregório Filho (2002), Sisto (2005), Coelho (2006) e Bakthin (1999). Uma história bem contada deixa marcas profundas em quem a conta e a escuta, mudando seu estado de espírito e vida.

Palavras-chave: leitura; história; contação de histórias; hospitais.

7 de março de 2011

MELHORES MOMENTOS DO PROJETO CONTAÇÃ DE HISTÓRIAS EM HOSPITAIS - CAMPUS IV - UNEB - JACOBINA

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6 de março de 2011

DEPOIMENTO DA CONTADORA DE HISTÓRIAS JULIETE

Pensando em cada uma das pessoas aqui representadas pela nossa “ linda e sabida” pró Denise, posso sentir o agir de Deus nesse grupo.

Pude perceber que ele em sua infinita sabedoria escolheu, de modo muito cuidadoso, cada integrante desse grupo. Foram pessoas lindas, verdadeiras e com uma vontade “ rara” de proporcionar o bem e a alegria gratuitamente. Foi bom e maravilhoso perceber que no nosso meio acadêmico ainda existe GENTE. “Gente que trabalha, que estuda,que se alegra, se conhece, se estima”, (Paulo Freire).

“Um bom exemplo de bondade e respeito
Do que o verdadeiro amor é capaz
A minha universidade não tem personagem
A minha universidade tem gente de verdade
Alguém falou do fim-do-mundo,
O fim-do-mundo já passou
Vamos começar de novo:
Um por todos, todos por um
O sistema é mau, mas minha meu grupo é legal”....
                                             ( Renato Russo com adaptações de Juliete, rsrs)

Portanto,  acredito que,  para os pacientes,  a chegada de vocês nos leitos deixava no ar o cheirinho Deus, como bem menciona Carlos Drummond de Andrade no poema:

Almas Perfumadas

Tem gente que tem cheiro de passarinho
quando canta.
De sol quando acorda.
De flor quando ri.
Ao lado delas, a gente se sente
no balanço de uma rede
que dança gostoso numa tarde grande,
sem relógio e sem agenda.
Ao lado delas, a gente se sente
comendo pipoca na praça.
Lambuzando o queixo de
sorvete.
Melando os dedos com algodão doce
da cor mais doce que tem pra
escolher.
O tempo é outro.
E a vida fica com a cara que ela tem de verdade,
mas que a gente desaprende de ver.
Tem gente que tem cheiro de colo de Deus.
De banho de mar quando a água
 quente e o céu é azul.
Ao lado delas, a gente sabe
que os anjos existem e
que alguns são invisíveis.

Ao lado delas, a gente
se sente chegando em casa
e trocando o salto pelo chinelo.
Sonhando a maior tolice do mundo com o
gozo de quem não liga pra isso.
Ao lado delas, pode ser abril, mas parece
manhã de Natal do tempo em que
a gente acordava e encontrava o presente do
Papai Noel.
Tem gente que tem cheiro das estrelas
que Deus acendeu no céu e daquelas
que conseguimos acender na Terra.

Ao lado delas, a gente não acha que
o amor é possível, a gente tem certeza.
Ao lado delas, a gente se sente
visitando um lugar feito de alegria
.
Recebendo um buquê de carinhos.
Abraçando um filhote de urso panda.
Tocando com os olhos os olhos da paz.
Ao lado delas, saboreamos a delícia
do toque suave que sua presença sopra
no nosso coração.

Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa.
Do brinquedo que a gente não largava.
Do acalanto que o silêncio canta.
De passeio no jardim..
Ao lado delas, a gente lembra que no
instante em que rimos Deus está conosco,
juntinho ao nosso lado.
E a gente ri grande, que nem menino arteiro
Tem gente como você,
que nem percebe como tem a alma perfumada
e que esse perfume é dom de Deus.

Mesmo às vezes aparentando um pouco distante, acreditem, adorei passar um dia de minha semana com vocês. Foi maravilhoso, gratificante e deixou SAUDADES. .
Pró, monitoras e colegas-  Vocês são especiais e acima de tudo GENTE ( e ser gente atualmente é algo raro, e isso faz de vocês tesouros de Deus).  Beijo grande, Juliete Barbosa                                                    

23 de janeiro de 2011

A Experiência de Contar História é Instigante!

Sei que Contar História é uma arte!.É algo muito significativo,maravilhoso e gratificante,principalmente.Através da arte de contar histórias, podemos tornar possível a construção da aprendizagem da competência cognitiva da criança e favorecer o retorno da autoestima do idoso. Contar história também é reviver na imaginação...enfim no mundo! Um beijo especial para Cris,Fabi e Jack,que ficarão pra sempre na minha história . Saudade. Thaise


Contar História é uma verdadeira Arte,ainda mais com essas duas grandes figuras parceiras!!! Thaise

Que trio!Contar histórias é o ápice da solidariedade, e com vocês,acrescento o prazer!!!
Thaise



Sapinhas?Onçinhas?Passarinhas?NÃOOO..Somos As Gatinhas Contadoras de Histórias.           

By: Thaise
            

EXPERIÊNCIA DE CONTAR HISTÓRIAS NO HOSPITAL ANTÔNIO TEIXEIRA SOBRINHO

SINTAM A ALEGRIA E A FELICIDADE DAS CONTADORAS DE HISTÓRIAS THAISE,CRIS,FABIANA E  JACK E A SATISFAÇÃO DA COORDENADORA DENISE APÓS AS CONTAÇÕES.



FOI AQUI ONDE TUDO COMEÇOU... A EXPECTATIVA.




CADA DIA UM PERSONAGEM DIFERENTE ,HISTÓRIAS E MAIS HISTÓRIAS DE ENCANTAMENTO,SUSPENSE,MISTÉRIO,REFLEXÃO....




A VONTADE DE FAZER O OUTRO RIR INSTIGA A CRIATIVIDADE NAS CONTADORAS.
 

IMAGINEM QUAL É A HISTÓRIA E OS PERSONAGENS DE HOJE!?




A FELICIDADE CONTAGIANDO A COORDENADORA DO PROJETO DENISE E AS CONTADORAS THAISE E FABIANA.INDESCRITÍVEL!!!!!!
                                                     

 DENISE,THAISE E FABIANA DISTRIBUINDO SORRISOS DE CONTENTAMENTO.IMAGINEM COMO FICARAM OS PACIENTES!


JACK,CRIS E THAISE NA SINTONIA DA PARCERIA
 
ALEGRIA E FELICIDADE TOTAL.
AMANHÃ TEM MAIS HISTÓRIA,SIM SENHOR!!!!


5 de janeiro de 2011

ENCONTRO HOJE!

Pessoal hoje o nosso encontro será realizado das 15hs às 17hs, na sala 18 do campus.

Não faltem, esperamos por vocês lá!

21 de dezembro de 2010

Modelo da Camisa




Espero que gostem do modelo pessoal, o valor ficou em R$ 12,00 interessados me procurem aqui na Uneb amanhã de 13:30 ás 17:00, liguem ou mandem e-mail para geysycruz@hotmail.com.

Aceitamos sugestões!

4º Encontro - Palestra

Psicologia da Arte de Contar Histórias em Ambiente Hospitalar
Palestrante – Shiniata Alvaia de Menezes

 A palestra realizada no colégio Modelo dia 14/12/2010, às 20h30min, pela psicóloga Shiniata Alvaia Menezes, deixou os ouvintes encantados com a riqueza de conhecimentos sobre a arte de contar história em ambiente hospitalar. Mesmo não dispondo de muito tempo, pois era seu último dia em Jacobina, a professora Shiniata demonstrou a maior boa vontade e esclareceu dùvidas e curiosidades surgidas durante a palestra.
No inicio ela solicitou a leitura do trecho de um livro intitulado “Dona dor me visitou”, da autora Elizabete Andrade Araújo. Essa leitura serviu de “aquecimento”, instigou a curiosidade para uma leitura completa e inclusive isso foi aconselhado, pois segundo Shiniata é excelente para quem se dispõe a esse tipo de trabalho (contação de historias em hospitais).
A palestra prosseguiu com esclarecimentos sobre diversos assuntos, entre eles, sentimentos dos pacientes, seus medos e anseios. Relatou-se também sobre o que a criança sente em relação à leitura, quem é o verdadeiro contador de histórias. O que foi bastante interessante nas explicações é que para Shiniata, o contador deve caminhar em extremos, ou seja, ele nem deve ser frio e nem ausente à dor do paciente.
Na verdade tudo que foi dito na palestra foi de grande valor. Engraçado é que a professora Denise confessou que se surpreendeu uma vez que a Professora Shiniata com apenas alguns questionamentos feitos por ela trouxe tantos conhecimentos. Parecia que ela sabia tudo que precisávamos ouvir.
Entre muitas falas da psicóloga, algumas significaram bastante, como por exemplo, quando ela disse que “... por menor que seja a gotinha do alívio, será sempre um alívio...”, “... que a cura, dependendo do paciente, nem sempre é ficar bom e não voltar mais ao hospital...”. Ficou evidente com essas falas e muitas outras que foram ditas por ela da importância do contador e o bem que ele poderá levar ao seu ouvinte no simples ato de contar e contar bem, contar de uma maneira que suas palavras sirvam de elixir para dor desse ouvinte ou que por alguns instantes ele possa esquecer que está doente. 
Falou–se também sobre calor humano, questão dos recursos utilizados pelo contador, como criar o melhor ambiente, troca de experiências e o que cada uma dessas questões representa no momento da contação. A preparação do contador foi abordada como de suma importância, pois ele deve reconhecer seus limites, “olhar para si, se preparar”.
No final, alguns dos ouvintes tiraram dúvidas que, por sua vez, foram bem esclarecidas por Shiniata. Sua fala final deixou-nos bastante reflexivos:
“Se você procurar bem, você acaba encontrando.
Não a explicação (duvidosa) da vida,
Mas a poesia (inexplicável) da vida”.

Calos Drummond de Andrade

Texto de Jackline Silva Santos

15 de dezembro de 2010

3º Encontro - As histórias continuam...

Olá pessoal! Em nossa última aula os cursistas continuaram a contar suas histórias de leitura e dessa vez deixarei registrada aqui uma que me tocou profundamente, não apenas pela sensibilidade da maneira como o gosto pela leitura foi despertado nessa pessoa, mas também pela forma cativante que a mesma passou ao grupo a sua história de leitura.

A cursista a quem devo meu encanto é Jaciana, porém aqui a chamarei pelo seu nome artístico Lua Mandalas, sua história foi narrada por ela em 3ª pessoa e aqui transcrevo para vocês.

Era uma vez uma menina pequena que morava na cidade e contava as horas para ir para a roça ouvir as histórias de sua avó Adélia que lhe contava várias histórias, causos e poesias. A menina não cresceu mas amadureceu e quis contar essas histórias aos outros mas não conseguiu pois não se comunicava dieito então a menina começou a utilizar a mímica e contar as histórias através dela, mas a menina ainda não estava satisfeita...
Um belo dia a moça se apaixonou por um rapaz muito lindo e sentiu vontade de contar as histórias para ele
mas o moço era surdo e agora? Ah a moça não desistiu e aprendeu a língua de sinais e assim pode contar histórias para o seu amado.
Os dois então começaram a dar aulas e ela continuou a contar suas histórias para as crianças, um dia a bela Lua descobriu que estava grávido do pequeno Samuel e também contou histórias para ele ainda dentro de sua barriga, hoje o pequeno já tem 4 anos e não dorme sem ouvir a mãe contar-lhe histórias infantis.
E agora a moça parou e ficou feliz em apenas contar  histórias para seu filho e as crianças junto com o marido? - Não.
Hoje a pequena contadora fundou um grupo junto com o irmão chamado Sarau das Seis e contam histórias, poesias, causos, piadas e canções todas as quartas no Calçadão aqui no centro de Jacobina.

1 de dezembro de 2010

2º ENCONTRO - AS HISTÓRIAS COMEÇAM A SURGIR

Começo esse post pedindo desculpas aos cursistas pela demora, pois sei que alguns estão esperando por ela para rememorar suas histórias de leitura.

Em nosso segundo encontro alguns dos cursistas contaram suas Histórias de Leitura, quando e através de quem começaram a ler, em que circunstâncias, idade e livros importantes que influenciaram suas vidas de alguma maneira.
Relatarei aqui algumas dessas histórias que me chamaram e o que elas trazem de importante para nossa vida. Algumas histórias também me  fizeram rememorar as minhas trazendo as lembranças das aventuras, perspectivas, imaginação, sensações de amor, surpresa e raiva do autor em alguns momentos (rs).

Começo falando a história de Sofia: Seus pais lhe contavam histórias todos os dias na fazenda onde moravam, o que a fez descobrir o mundo da fantasia. Um dia seu pai chegou com uma Coleção de Histórias Contadas, em pequenos discos, pela qual ela se apaixonou, pois através da voz do narrador imaginava as roupas, o jeito, o corpo de cada personagem das histórias. O poder dos discos de Contação foi tão forte que ao assistir pela 1ª vez "A Branca de Neve" ela percebeu que tudo era idêntico ao que se passava em seus pensamentos.
Envolvida nessas aventuras e narrativas certa vez Sofia saiu a passear pelo campo da fazenda procurando a casinha da Branca de Neve passando horas a fio entretida na mata com suas primas enquanto seus pais procuravam desesperadamente por todas elas, quando retornaram mesmo explicando da aventura de sua busca as meninas não escaparam de uma surra.
* Minha opinião: A história de Leitura de Sofia assim como a de outras várias crianças se passa em um ambiente familiar, interiorano e envolvente porém o que mais chama atenção é o seu contato e fascínio pelos discos que ajudaram-na a aguçar sua imaginação e interpretação das histórias o que hoje em consequência da tecnologia (principalmente a televisão e a internet) não possibilitam esse prazer as crianças. 

18 de novembro de 2010

1º Encontro

Se eu pudesse resumir em uma palavra tudo que significou para mim esse primeiro encontro dos Contadores de História em Hospitais do campus IV, eu diria que foi magnifico mas infelizmente essa palavra com todo seu poder não me parece suficiente para expressar minha felicidade ao ouvir as histórias, justificativas, expectativas e encantos dos inscritos no Projeto, assim como a motivação da Coordenadora Profª Ms. Denise Dias para elaboração do mesmo.
Ao longo do diálogo sobre as vivências de cada um com contação de histórias e a mudança que ela s causaram em suas vidas os cursistas me fizeram destacar palavras como: Diversidade, Boas energias, Solidariedade, Troca de conhecimentos, Emoção e Alegria dando-me uma noção de tudo que o curso representa tanto para nós contadores quanto para nossos ouvintes que necessitam tanto de atenção, afeto e alegria.
Ao fazer uma relação com a história de Xerazade a professora nos mostrou a importância de uma boa história e o quanto ela pode mudar vidas independente das circunstâncias, depois nos levou ao mundo da imaginação contando-nos suas experiências com a leitura, a contação de histórias e as mudanças que ocorreram em sua vida e na das pessoas ao seu redor. Em seguida foi a vez dos cursistas  e monitoras se apresentarem e expressarem a motivação para participarem do projeto que pairaram principalmente entre o social, a arte de contar histórias, influências da infância ou mesmo perder o medo de falar em público tecendo assim um perfil dos Contadores como pessoas que tiveram suas vidas influenciadas diretamente por histórias e sabem o poder que elas tem de mudar vidas.

Por último cada cursista recebeu a missão de contar para a turma a sua história de leitura e as mudanças que ela trouxe para a vida pessoal e (ou) coletiva, como se deu e em que momento de suas vidas. Nosso próximo encontro ficou marcado para o dia 24/11/2010 às 19:10 encontro com vocês e suas histórias lá.

17 de novembro de 2010

ABERTURA DO PROJETO

ABERTURA DO PROJETO CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS EM HOSPITAS: 

HOJE DIA 17/11/2010
NA SALA 18,CAMPUS IV -UNEB -JACOBINA-BA.

VOCÊ É NOSSO CONVIDADO ESPECIAL!

27 de outubro de 2010

Eu adoro Contação de Histórias...

Olá galera passado pra deixar o link da comunidade Eu adoro contação de histórias criada pela profª Denise (coordenadora do Projeto Contação de Histórias em Hospitais de Jacobina).

Entrem e interajam ainda mais como projeto.

Abraços, SHALOM!

21 de outubro de 2010

As Inscrições

Os alunos e/ou ex-alunos da UNEB campus IV que desejam participar do Projeto Contação de Histórias em Hospitais de Jacobina devem comparecer ao NUEC (salinha de Inglês), 1º piso do campus, entre os dias 03 e 05 de novembro de 2010 e procurar Jackeline ou Geise (4º semestre de Inglês) nos respectivos horários: 

Manhã: 8:30 a 10:30
  Tarde: 14:00 as 17:00


O projeto é coordenado pela Profª Ms. Denise Dias de Carvalho Sousa e oferece inicialmente 20 vagas para alunos do campus, 10 para ex-alunos e 15 vagas reservas.

O porquê do Projeto


Todo leitor tem suas histórias de leitura. Histórias essas que não devem ser silenciadas, mas sim contadas para que o sujeito possa compreender de que maneira está construindo sentidos para o que lê. As histórias que escutamos na infância, por exemplo, vão se transformando em pequenos acervos que contribuem para o exercício da crítica acerca do que vivenciamos. Segundo Gregório Filho (2002, p. 136), “a leitura e o ouvir histórias podem ser fortes componentes para formar o sentido da responsabilidade social de cada um de nós”.
E acreditando que estar internado em um ambiente hospitalar é difícil para qualquer paciente: sentimento de baixa autoestima, impossibilidade de ver os familiares constantemente e de frequentar ambientes de acesso à cultura e à leitura, um direito fundamental, e que uma história bem contada deixa marcas profundas em quem a ouve, mudando seu estado de espírito e vida, apresenta-se o projeto de extensão Contação de Histórias em Hospitais. Além de propiciar o desenvolvimento de atividades literárias e cênicas, em especial conhecimento e/ou aprimoramento das técnicas de contar histórias, aos discentes do Curso de Letras, Letras com Inglês e Educação Física da UNEB - Universidade do Estado da Bahia -, Campus IV, o supracitado projeto faz-se necessário como alternativa ao triste ambiente hospitalar em que se encontram os pacientes, fazendo jus à crença de que a universidade deve atuar com fins sociais, em espaços não-formais.
Sendo assim, o objetivo principal do referido projeto é trazer entretenimento, cultura e informação, bem como minimizar as dificuldades do período de internação nos hospitais, possibilitando momentos de imaginação, criação e descontração. Levar leitura aos pacientes é possibilitar o exercício de sua cidadania, já tão comprometida por suas condições físicas e psicológicas.